Fronteiras Invisíveis do Futebol #101 – História da Escócia Pt.2

A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!

Neste sétimo programa, concluímos a trajetória pela História da Escócia, adversário do Brasil nesta Copa do Mundo.

Retomamos da morte de Mary Stuart e a União de Coroas e vamos até os dias de hoje, com o impacto do Iluminismo Escocês, da industrialização e das Guerras Mundiais, concluindo com o recente referendo de independência. E recebemos o convidado Euan Marshall para falar sobre o esporte na região.

Tudo com muita leveza, cultura e informação, além da trajetória do esporte no país e a coluna O Livro, com nosso amigo Ubiratan Leal. Compartilhe e divulgue nosso retorno!

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Referências no programa

Em breve

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8 Comentários

  • Alessandra Kanawati
    Avatar de Alessandra Kanawati

    Olá queridos Filipe e Matias! Gostaria de mandar um grande abraço e de parabenizá-los pela volta do Fronteiras Invisíveis do Futebol! Queria trazer uma trivia sobre um evento histórico escocês: a canção “My bonnie lies over the ocean” (minha bela está do outro lado do oceano), gravada pelos Beatles, amplamente difundida nos cursinhos de inglês nos anos 90 e popularizadas pelo coelho Pernalonga com a paródia “My BUNNY lies over de Ocean” nos anos 80 (e mais tarde também nos anos 90 por Caco Antibes, personagem de Miguel Falabela no programa de humor Sai de Baixo) especula-se ter sido escrita sobre o príncipe Charles Stewart (conhecido popularmente como The Bonnie Prince Charlie, ou o Belo príncipe Charlinho, herdeiro da casa de Stewart e herói da causa Jacobina). Após a derrota na Batalha de Culloden, em 1746, ele tinha um preço por sua cabeça e passou meses fugindo das tropas do Inglesas pelas Highlands da Escócia e enfim, com a ajuda de uma jovem escocesa chamada Flora MacDonald, fugiu para ilha de Skye se vestindo mulher e disfarçado de criada da moça, para passar desapercebido e depois fugindo para França.

    mais uma vez obrigada pelo excelente trabalho e até a próxima!

  • Avatar de rberthoud

    Olá.

    Imagino que vocês recebam muitas mensagens de ouvintes dizendo que o Fronteiras influenciou suas vidas ajudando-os em alguma prova, despertando seu interesse por história, ou simplesmente fazendo-os a ver o futebol de uma maneira nova. Quanto ao meu caso, acho que vocês não vão ouvir outro igual.Sou ilustrador e trabalho na indústria de games. Há uns 5 ou 6 anos atrás, eu vi uma publicação da Paradox (estúdio sueco de games) com uma vaga pra trabalhar na produção do Europa Universalis V (lançado no ano passado). Eu nunca tinha jogado Europa Universalis, mas de tanto ouvir o Felipe mencionar o jogo nos podcasts, eu imediatamente simpatizei com a causa e me candidatei para a vaga.Hoje em dia, trabalho para eles como ilustrador freelancer na produção deste jogo e das sua expansões.No primeriro podcast da Escócia, o Felipe mencionou a Auld Alliance. Eu estava ouvindo enquanto trabalhava fazendo uma ilustração para a próxima expansão do jogo. Coincidência: estava ilustrando personagens escoceses. Coinicidência das coincidências: a expansão que estou trabalhando agora se chama justamente The Auld Alliance (pois vai trazer conteúdo dos franceses e escoceses). Como foi uma avalanche de coincidências, não resisti a deixar um comentário.Obrigado pelo trabalho!Abraços palestrinos de Barcelona, de São Luís/MA e de Taubaté/SP.Raphael Berthoud

  • Luiz Felipe Greenhalgh
    Avatar de Luiz Felipe Greenhalgh

    Posso estar me precipitando, mas não teve citação ao grande Monstro do Lago Ness (Nessie) nem no quadro do animais símbolo e nem no dos mascotes?

    Plano para lagartos na Pet Love para ontem!!!!

  • Avatar de Leandro Zeferino

    Filipe, apenas um contraponto: não chamamos os palmeirenses de porcos pela origem italiana. Em 1969, após a morte de dois jogadores do Corinthians, o clube pediu para inscrever substitutos fora do prazo. O Palmeiras foi contra, e o presidente do Corinthians, Wadih Helu, acusou o rival de agir com “espírito de porco”. A provocação virou apelido, que depois foi abraçado pela torcida palmeirense. Mais um excelente episódio, abs!

    • Avatar de Xadrez Verbal

      Não, isso é falso e uma inversão da ordem dos fatores. O Palmeiras, e imigrantes italianos, já eram chamados de porcos, por xenofobia. A declaração do presidente do Corinthians apenas consagrou o termo no meio do futebol

      Cito Fernando Wanner, historiador do Corinthians, para evitar qualquer acusação de clubismo

      “O Palmeiras já era chamado de porco por ser o Palestra Itália, e os italianos eram chamados de porcos na época do fascismo. Com o espírito de porco em 1969, o apelido foi acentuado. E pegou entre todas as torcidas rivais”

      Em suma, o uso do porco tem origem xenófoba

  • teenage1960fdd450
    Avatar de Rafael da Costa

    Muito bom mais uma vez o episódio. Gostei bastante, uma vez que tive a oportunidade de visitar a Escócia ano passado e recomendo a todos. Um país com muita história. Faltou vcs falarem das vaquinhas típicas da highlands, muito diferente e fofinhas. Em Edinburgh tem muitas referências do passado do país, inclusive o Museu Nacional da Escócia é fantástico, com referências a vários inventores do país, como James Watt, vale a visita. Glasgow fica mais evidente mesmo o espírito futebolístico, mais que a capital. Só uma impressão minha: os fatos da Mary Stuart e seus descendentes são bastante importantes no país, o que eu acho que não ficou tão evidente no episódio

  • Avatar de Rafael Hermizio

    Uma das minhas histórias favoritas envolvendo a Escócia é que quando o Ronaldinho Gaúcho deixou o Grêmio, o St. Mirren tentou contratá-lo. Como havia um impasse entre o clube gaúcho e o PSG, Ronaldinho não poderia jogar durante a primeira metade de 2001. O St. Mirren enxergou uma oportunidade e chegou muito perto de fechar o negócio. Segundo o técnico da equipe na época, faltaram apenas 24 horas para a transferência se concretizar. https://ofutebologo.com.br/quando-o-st-mirren-viveu-a-fantasia-de-quase-contar-com-ronaldinho/
    Há também a famosa lenda envolvendo Denis Law no clássico entre Manchester City e Manchester United, em 1974. Ex-jogador dos Red Devils, Law marcou de calcanhar o gol da vitória do City e acreditou, naquele momento, que havia rebaixado seu antigo clube. Por isso, sequer comemorou. A ironia é que, na prática, o United já estaria rebaixado independentemente daquele resultado, em razão da combinação dos demais placares da rodada. https://www.goal.com/en/news/mythbuster-denis-law-relegated-manchester-united/1ncacsocj8mo31bt1pkngtbvlf?utm_source=chatgpt.com

  • Avatar de Grazziano Ceara

    Antes de tudo, parabéns pelo trabalho sensacional. Que o Fronteiras não tenha mais grandes hiatos. Apesar de ter uso consagrado no masculino, mascote é substantivo feminino. É estranho, mas depois que começa a usar, acostuma, e até combina mais. Aliás, o programa poderia ter uma mascote: o camaleão. Tal qual as fronteiras do futebol, adapta-se e invisibiliza-se para sobreviver. E, ao menos enquanto durar o patrocínio, a mascote poderia se chamar Petlovic.

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