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Xadrez Dominical – Massacre das mulheres de Montreal

Caros leitores, tempos curiosos os nossos. Em meio a diversos episódios de machismo e violência de gênero, alguns de ampla repercussão, outros em círculos mais restritos, temos o aniversário de 25 anos do Massacre da Escola Politécnica de Montreal. Vinte e cinco anos atrás, um maníaco perturbado que culpava as mulheres “e o feminismo” por seus problemas decidiu entrar no referido instituto de ensino. Separou mulheres dos homens, mandou os homens embora e começou a atirar nas mulheres que via pela frente, matando catorze mulheres, outras dez mulheres feridas e quatro homens. Menos de vinte minutos depois, se matou. Desde 1991, o Canadá celebra, todo dia Seis de Dezembro, o Dia Nacional de Lembrança e Ação sobre a violência contra a mulher, o tema do Xadrez Dominical de hoje.

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Xadrez Dominical – Halloween e antropofagia

Caros leitores, motivado e baseado no texto publicado aqui no dia 31 de Outubro, Pratique a antropofagia no Halloween, decidi juntar referências tanto do Helloween “importado” quanto do folclore nacional e fazer um Xadrez Dominical sobre Halloween.

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Xadrez Dominical – Doze de Outubro

Caros leitores, hoje, dia Doze de Outubro, seria feriado para a maioria das pessoas; “seria” pois é Domingo. Dependendo da sua opção religiosa e da sua faixa etária, pode ser o Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, ou o Dia das Crianças. Em outras palavras, não poderia ser outro tema para o Xadrez Dominical de hoje.

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Xadrez Dominical – Pompéia

Caros leitores, foi na data de hoje, 24 de Agosto, quase dois mil anos atrás (mais precisamente, 1935 anos), que a cidade romana de Pompéia foi sepultada pela erupção do vulcão do Monte Vesúvio. Digo, talvez. A data é considerada pelas fontes escritas, mas algumas fontes arqueológicas sugerem algum dia de Outubro, começo de Novembro. De qualquer forma, a data consagrada é 24 de Agosto. A cidade de Pompeii começou a ser redescoberta no século XVI, mas apenas no século XVIII e, especialmente, no século XIX, que virou um sítio arqueológico. Dos mais importantes e bonitos. A erupção conservou muito da cidade, seus moradores, hábitos e arte; os afrescos eróticos de Pompéia foram, por certo tempo, censurados, em nome da moral vigente na Itália. Dada sua importância, o tema do Xadrez Dominical de hoje é Pompéia.

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Xadrez Dominical – Emiliano Zapata

Caros leitores, nessa última semana, no dia Oito de Agosto, o revolucionário mexicano Emiliano Zapata teria feito cento e trinta e cinco anos; obviamente, dado que isso seria impossível, fiquemos apenas com a marca mais que centenária. Zapata foi o principal líder camponês da Revolução Mexicana de 1910, que derrubou o ditador Porfírio Diaz e cujos efeitos estão presentes na sociedade mexicana até hoje, assim como o zapatismo, conjunto de ideias derivado da atuação revolucionária de Zapata. Emiliano Zapata foi assassinado em 1919, numa emboscada das forças do rival Venustiano Carranza. Com algumas dicas para o leitor que quiser saber mais sobre essa figura histórica, vamos ao Xadrez Dominical sobre Emiliano Zapata.

A primeira dica é um filme, o principal filme do tema. Viva Zapata!, de 1952, com Marlon Brando e Anthony Quinn, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante como Eufemio Zapata. O filme ainda foi indicado a mais quatro Oscar. Embora seja em inglês e em espanhol, o filme é uma produção alemã.

 

Sinopse do AdoroCinema: Em 1909, no México, um grupo de lavradores vai até o presidente, afirmando que suas terras foram roubadas, e um deles deixa claro que o governo não pretende fazer nada por eles. Este lavrador acaba se tornando um guerrilheiro, que por vários anos teve importância política na vida do país.

A segunda dica é musical. A banda Rage Against the Machine, dos EUA, faz diversas referências ao zapatismo e a Zapata em suas músicas e no seu ativismo político. Seu disco ao vivo, Battle of Mexico City, é um exemplo disso, assim como a música Calm Like a Bomb

 

A terceira dica é um documentário. Um Lugar Chamado Chiapas, da canadense Nettie Wild, é um documentário em primeira pessoa, filmado pela própria documentarista, nos locais. Chiapas é uma província mexicana controlada pelo  Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN), comandada pelo Subcomandante Marcos, figura política conhecida. O levante zapatista se deu em 1994, contra a crise econômica mexicana derivada da dolarização atrelada ao NAFTA; a maioria dos seus componentes são indígenas da etnia maia. O documentário venceu o Genie Awards, o “Oscar Canadense”.

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Documentário na íntegra e legendado

 

A quarta dica é artística. Um dos maiores artistas plásticos mexicanos, Diego Rivera, marido de Frida Kahlo, pintou diversos murais com a temática da Revolução Mexicana. O leitor pode acessar a obra dele, biografia e imagens no site do Museu Virtual Diego Rivera.

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A quinta e última dica é cultural, num sentido mais amplo. No México existe a Ruta Zapata (Caminho de Zapata), em Morelos, terra natal do revolucionário. Locais que podem ser visitados, como sua casa, além de museus e monumentos. O leitor pode ver fotos e vídeos, além de outras informações, no site da Ruta Zapata na agência governamental de turismo do México.

A menção do post de hoje é outro aniversário do século XIX; hoje, dia Dez de Agosto, faz cento e cinquenta anos da Guerra do Uruguai, ou Guerra contra Aguirre, quando o Império do Brasil interviu na disputa política interna do Uruguai e colocou o Partido Colorado no poder. O conflito é parte da presença brasileira na região no Rio da Prata no século XIX e fator decisivo para a Guerra do Paraguai, o maior conflito da América do Sul. Uma maneira rápida, fácil e de boa qualidade para compreender o período é ler os dois primeiros capítulos do livro O Brasil no Rio da Prata (1822-1994), de Francisco Doratioto, autor do livro Maldita Guerra, maior obra sobre a Guerra do Paraguai.

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O livro é editado pela Fundação Alexandre de Gusmão e pode ser comprado por dez reais ou baixado, legalmente e de forma gratuita, no site da FUNAG. 

Gostaram, não gostaram, mais dicas? Comentem a vontade!

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Xadrez Dominical – Islândia

Caros leitores,

Na última terça-feira, dia dezessete de Junho, celebrou-se o aniversário de setenta anos da independência da Islândia. A gelada ilha atlântica era parte do Reino da Dinamarca e, após plebiscito, a população islandesa aboliu a monarquia e declarou-se independente, no meio da Segunda Guerra Mundial; inclusive, já que o tema de separatismo europeu é tratado aqui no blog por algumas semanas, não custa lembrar que outra ilha atlântica em breve poderá passar pelo mesmíssimo processo. Falo da Groenlândia, mas isso é outro tema. Em comemoração aos setenta anos da independência islandesa, vamos ao Xadrez Dominical sobre a Islândia.

Essa foto noturna da erupção do Eyjafjallajökull em 2011 não contém nenhum efeito de Photoshop. Bons sonhos.
Essa foto noturna da erupção do Eyjafjallajökull em 2010 não contém nenhum efeito de Photoshop. Bons sonhos.

Para a imensa maioria das pessoas, quando falamos em Islândia, pensa-se em poucas coisas. As opções costumam serem vulcões gigantescos de nome impronunciável, paisagens exóticas e belas que servem de local para muitos filmes, ou a Björk. E a primeira dica de hoje é justamente ela. Não sou profundo conhecedor de sua obra, sequer fã, mas a importância da artista e inegável. Oito discos de estúdio no currículo, com mais de vinte milhões de cópias vendidas, catorze indicações ao Grammy, duas trilhas sonoras compostas por ela, inclusive uma indicação ao Oscar de Melhor Música Original, com I’ve Seen It All, do filme Dançando no Escuro, de Lars von Trier. Ah, filme que rendeu à ela o prêmio de Melhor Atriz em Cannes, ainda por cima.

 

Existem outras coisas na Islândia. A ilha é conhecida por seu rico folclore e cultural local, ligado à mitologia nórdica, além de personagens locais. Um exemplo é Erik, o Vermelho, navegador viking islandês que talvez tenha sido o primeiro europeu que chegou à América, quinhentos anos antes de Colombo. Um filme islandês que trata da mitologia nórdica é Beowulf & Grendel, de 2005, sobre a lenda de Beowulf. Filmado na Islândia e dirigido pelo islandês Sturla Gunnarsson, conta com Gerard Butler no papel principal. O filme é conhecido pelo seu retrato cru da violência e pela ambientação histórica fidedigna ao período que em a história se passaria.

 

A próxima dica é de leitura. A Islândia, mesmo como uma República nova e de população pequena (menos de 326 mil pessoas, atualmente; menor que a população de Blumenau, Santa Catarina), produziu um vencedor do prêmio Nobel. Especificamente, o de literatura. Falo de Halldór Kiljan Laxness, mais conhecido apenas como Halldór Laxness. A produção de Laxness é grande, vinte e dois romances, e mais outros tantos de contos, peças, ensaios, etc. Atualmente, editada no Brasil, temos apenas uma obra dele: Gente Independente, editada pela Globo Livros, uma de suas principais obras. Buscando em sebos, pode-se encontrar outras obras dele editadas em português, como A Estação Atômica.

A quarta dica é um documentário. Maybe I Should Have é um documentário islandês de 2010 que analise a crise financeira devastadora no país, em 2008, e a recuperação consequente. Recuperação que foi feita marginalmente ao sistema financeiro internacional e de forma democrática; referendos sobre a ação do Estado islandês, estatização dos bancos quebrados, prisão para os banqueiros responsáveis e uma reforma da economia da ilha. Um caso muito curioso e que não recebe a atenção devida, seja pelo tamanho diminuto do país, seja por interesses variados. Você pode ler algumas matérias sobre o assunto, como essa aqui e esta outra. Infelizmente, eu só encontrei o documentário com legendas em inglês.

 

A quinta e última dica é um site. O portal Islândia Brasil contém muita informação em português sobre a ilha. História, lendas, comida, curiosidades, vídeos, fotografias e muita informação turística, caso o leitor planeje passear por lá. O portal é de uma agência de viagens especializada em Islândia, daí o foco do site. Embora seja de finalidade comercial, é uma ótima fonte, ainda mais considerando que já é em português.

E qual seria a menção do post? Um dos maiores enxadristas da História, Bobby Fischer, dos EUA, Fischer já era grão-mestre de xadrez aos quinze anos e virou uma estrela mundial quando a Guerra Fria foi reduzida ao tabuleiro de xadrez e ele venceu o soviético Boris Spassky pelo título mundial. Agora, o que Bobby Fischer tem a ver com a Islândia, deve estar se perguntando o leitor. Foi em Reykjavík, capital da Islândia, que Fischer derrotou Spassky. E foi em Reykjavík que Fischer morreu, em 2008, aos 64 anos de idade, após residir por três anos na ilha, como cidadão islandês. O governo islandês concedeu asilo por razões humanitárias, por considerar que Fischer era perseguido pelos governos dos EUA e do Japão, devido declarações polêmicas do enxadrista. Essa história é contada em dois documentários. Bobby Fischer e Eu, documentário islandês que conta a relação de Bobby Fischer com a ilha, especialmente com seu amigo Saemundur Palsson (que o leva para morar lá), e Bobby Fischer contra o mundo.

Documentário legendado e na íntegra

 

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Xadrez Dominical – 70 anos do Dia D

Caros leitores, como não poderia deixar de ser, o Xadrez Dominical homenageia os eventos do dia Seis de Junho de 1944 e seus envolvidos. Como mencionado no post de sexta-feira, o Dia-D, o desembarque dos Aliados na Normandia, foi uma das maiores operações de todos os tempos, envolvendo homens do Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Bélgica, Checoslováquia, Polônia, Noruega, França, Grécia, Holanda e Nova Zelândia. Repito as palavras do texto anterior: envolve tantos detalhes que seriam impossíveis de serem cobertos aqui. Então, sem mais delongas, vamos ao Xadrez Dominical dos 70 anos do Dia D.

Cemitério dos EUA em Colleville-sur-Mer, Normandia, onde estão enterrados 9.387 homens.
Cemitério dos EUA em Colleville-sur-Mer, Normandia, onde estão enterrados 9.387 homens.

A primeira dica é um filme. Melhor dizendo, é O filme sobre o tema. O Mais Longo dos Dias, de 1962, reúne um dos mais estrelados elencos de todos os tempos, com John Wayne, Kenneth More, Richard Todd, Robert Mitchum, Richard Burton, Sean Connery, Henry Fonda, Red Buttons, Rod Steiger, Leo Genn, Peter Lawford, Gert Fröbe, Irina Demick, Bourvil, Curt Jürgens, Robert Wagner e Paul Anka; vários deles serviram na guerra e aceitaram pagamentos padronizados para a participação na obra.

Além disso, várias das pessoas reais retratadas no filme, como o major alemão Werner Pluskat, o piloto Josef “Pips” Priller e o general e ex-Presidente dos EUA Dwight D. Einsenhower, comandante de todas as tropas aliadas no Dia-D, prestaram consultoria aos produtores. O filme é, de longe, a representação mais fiel dos acontecimentos dos dias cinco e seis de Junho de 1944. Assistam. E leiam. Ler? O título do filme vêm do livro do jornalista Cornelius Ryan, uma obra-prima de um dos maiores correspondentes de guerra. O livro está disponível em formato habitual, em formato pocket e em eBook.

 

Falando em O Mais Longo dos Dias, é o nome também de uma música. Os ingleses do Iron Maiden a lançaram em no álbum A Matter of Life and Death, de 2006. A música fala, obviamente, do Dia-D, da perspectiva de um soldado. No vídeo abaixo, você pode ouvir a música junto com uma montagem de fotos famosas do Dia-D e com as letras em inglês. Caso queira uma versão traduzida da letra, pode ler aqui, mas o original é sempre melhor, caso você compreenda o idioma. Ah, e se preferir ouvir algo que um soldado provavelmente ouviu antes de embarcar, pode arriscar a orquestra de Glenn Miller com In the Mood, ou The Andrews Sisters e a Boogie Woogie Bugle Boy Of Company B.

 

A terceira dica é outro filme. Talvez a maior produção sobre o Dia-D, com uma sequência crua e realista do desembarque na praia de Omaha que ficou marcada. Estou falando de O Resgate do Soldado Ryan, filme vencedor de cinco Oscar. O filme é uma história de ficção, mas feita com diversos pedaços reais. Por exemplo, as ações do personagem de Tom Hanks no desembarque são baseadas no capitão Ralph E. Goranson, e a história dos irmãos Ryan é levemente inspirada pelos irmãos Niland. Um filmaço.

 

Se o que você quer não é ficção, é realidade, então a quarta dica é um documentário. Sempre que falo sobre a Segunda Guerra Mundial aqui no Xadrez Verbal, eu recomendo a série britânica de documentários Battlefield; essencialmente a primeira e a segunda temporadas. Dessa vez não seria diferente, com o episódio duplo da Batalha da Normandia. O vídeo abaixo contém os dois episódios em um arquivo, na íntegra; entretanto, sem legendas, mas são facilmente encontradas.

 

A quinta é última dica é um livro. Se eu mencionei o ótimo O Mais Longo dos Dias, também devo lembrar que se trata de um livro com sessenta anos de idade. Embora rico em depoimentos e material primário, muito sobre o episódio se descobriu desde sua publicação. Sendo assim, a recomendação é Dia D, do historiador inglês Antony Beevor, autor de diversos, e ótimos, livros sobre a Segunda Guerra Mundial. O livro está disponível em português pela Editora Record.

Finalmente, a menção do post é uma minissérie. Band of Brothers, produzida pela HBO em dez episódios em 2001, aclamada como uma das melhores produções para a televisão de todos os tempos. Os produtores são apenas Steven Spielberg e Tom Hanks, que se apaixonaram pelo tema justamente durante a produção de O Resgate do Soldado Ryan (Hanks também dirige um episódio). A série conta a história da Companhia Easy, do 506º Regimento, paraquedistas que estiveram envolvidos em alguns dos principais combates no fronte Ocidental.

Além de muito bem produzida, conta com um ótimo elenco e uma separação de episódios muito boa, intercalados por depoimentos dos veteranos, já idosos, que são retratados em tela. O motivo de ser uma menção é que a operação na Normandia é tema específico apenas dos três primeiros episódios; após, a série segue até o final da guerra, em Maio de 1945. O título da série é inspirado na peça Henrique V, de Shakespeare, e também é o título do livro que baseou a produção, disponível pela Bertrand Brasil. A série também conta com um documentário, protagonizado pelos veteranos, e é uma boa variação para os fãs da série Friends, que podem ver David Schwimmer (o Ross) em um papel dramático.

 

Amanhã publicarei algumas fotos das celebrações dos 70 anos do Dia-D, tiradas na Normandia, por um amigo que está lá. Não percam.

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